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domingo, 24 de julho de 2016

Fundação AIS

Neste domingo em que Jesus nos ensina a rezar, vamos olhar e rezar por este povo esquecido...

"Síria: Sacerdote denuncia ataques sangrentos contra bairro cristão em Alepo

Desde há dias que Alepo está no epicentro de uma luta feroz entre forças rebeldes e o exército sírio. Em resultado dessas batalhas, o bairro cristão de Er-Ram já foi violentamente atingido por mais de uma vez.

O padre franciscano Ibrahim Alsabagh, em declarações à Fundação AIS, denuncia que, num dos últimos ataques, “em apenas quatro horas, caíram sobre os habitantes da zona oeste de Alepo cerca de 250 bombas
”.

  Fundação AIS 

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sábado, 23 de julho de 2016

Acolher e ser acolhido

"Jesus conhece bem este ‘clima’ de acolhimento e sabe criá-lo como ninguém. Mas também, como profundo conhecedor do dinamismo do coração humano, sabe quanto é importante deixar-se ser acolhido. A capacidade para o amor e para o serviço aos demais, dependem fundamentalmente deste dinamismo recíproco de acolher e deixar-se acolher. Estando Jesus em viagem, entrou num povoado, e certa mulher chamada Marta, recebeu-O em sua casa. Sua irmã, Maria, ficou sentada aos pés de Jesus, escutando-Lhe a Palavra. Marta estava ocupada com muito serviço. Parando, por fim disse: “Senhor, não Te preocupa que a minha irmã me deixe sozinha a servir? Diz-lhe, pois, que me venha ajudar.” Jesus porém respondeu-lhe: “Marta, Marta, tu andas inquieta e perturbada com muitas coisas, mas uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte que não lhe será tirada” (Lc 10, 38-42). 

Jesus revela uma capacidade enorme para acolher e deixar que O acolham. Mostra que sabe discernir os graus e formas de acolhimento. Ele aprecia o serviço atento e acolhedor de Marta, mas exorta-a delicadamente a rever a forma como o faz e por que o faz. Não tira “a melhor parte” a Maria e nem a nega a Marta. Ele sente-se entre amigos e, como Amigo, ajuda-os a crescer, desde dentro. 

 Sabemos como, por vezes, acolher se torna uma tarefa difícil. Acolher e deixar-se acolher implica que duas vontades se unam: a do coração (afecto) e a da razão (inteligência). São dois dinamismos que precisam de se colocar em interacção, a fim de permitir o crescimento e a liberdade mútuas. 

Quem acolhe revela-se e permite que o outro se revele. Cria condições de diálogo e, simultaneamente, as condições de silêncio (interior), tão necessárias para que as relações humanas se estabeleçam na confiança e na simpatia. Um bom acolhimento consegue adivinhar, ou melhor, percepcionar as necessidades do coração do(s) outro(s). 
O acolhimento gera expectativas e motiva as energias psíquicas, físicas e espirituais face aos empreendimentos 
O acolhimento proporciona um correcto conhecimento. Este, por sua vez, desenvolve a aceitação e a integração do outro como um ser pessoal no qual “me completo”. Daí resulta uma capacidade para a doação e para o serviço que é, antes de tudo, uma escuta e resposta gratificante à vida, contribuindo para uma transformação sadia da mesma. 
O acolhimento transforma a vida, em ordem a uma personalidade amadurecida. A serenidade e a confiança são a feliz conquista do acolhimento."

(do Guia do 1º ano catequese "Jesus gosta de mim")

terça-feira, 19 de julho de 2016

Jornadas de Verão: Disponíveis os audios do curso 2 Jornadas de Verão Catequistas

Jornadas de Verrão: Disponi­veis os audios do curso 2: já se encontram disponíveis, para download, os áudios do curso «Narrativas bíblicas na perspetiva teológica da Misericórdia e do Jubileu» - "UMA VEZ FALOU DEUS, DUAS VEZES EU OUVI" (Sl 62, 12)

proferido pelo padre Rui Santiago, CSSR, e pelo António Augusto Gomes da Silva, nas XII Jornadas de Verão que decorreram no Porto nos dias 16 e 17 de julho de 2016.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

O amor que nasce e vive da Fé


"O amor aprende-se por contágio. Repare-se na criança pequenina que, nos braços da mãe, estende os seus lábios para o seio de que se alimenta: tanto ou mais do que o leite que bebe, o que ela saboreia é o carinho da mãe que a envolve com os seus braços e lhe transmite o calor do seu corpo e da sua alma, o calor do amor. Por isso é que a criança se entrega sempre de novo e cada vez com mais intensidade: pelo amor a que responde com a entrega confiante, o amor que, assim, vai formando parte integrante da sua vida e lhe dá sentido. Pelo amor que recebe, experimenta e integra na sua vida, aprende que a sua própria vida só tem sentido, se vivida no dom, na entrega, no amor. 

E quanto maior for a intensidade do amor que recebe, tanto mais intenso será o amor com que se dá. Uma experiência fundamental para a vida, mas que, infelizmente, é cada vez mais rara no mundo em que vivemos. 
Daí os desequilíbrios que se notam já nos primeiros anos da escola e crescem com o passar do tempo. 
Quantos males, dos que padece grande parte da nossa juventude, têm a sua raiz profunda na falta de carinho, afecto, amor,durante os anos de crescimento! 
Se muitos jovens não sabem o que é amar, no sentido profundo do termo, foi porque nunca experimentaram amor da parte daqueles - pais e outros - dos quais foram recebendo a vida. 
E se esses não quiseram ou não puderam transmitir-lhes amor, foi porque lhes faltava a fonte do verdadeiro amor: o Deus cuja vida consiste em amar sem fronteiras, nem de tempo nem de espaço; o Deus cujo amor teve a manifestação mais intensa no dom do seu único Filho, em sentido próprio; o Deus que, neste seu Filho, morre por nós, para nos libertar de tudo o que é destrutivo do amor: o pecado, fonte de tantos males, tantas desgraças, tanta morte. 

É deste Deus que precisamos: do amor que Ele continua a oferecer-nos na sua Igreja; o amor que faz de nós irmãos de todos, até daqueles que não nos amam, os nossos inimigos. Saboreemos esse amor, deixemo-nos conquistar e contagiar por ele: o amor que está na origem da fé, da entrega confiante a quem tanto nos ama, e, em nós, atinge dimensões que ultrapassam os limites do tempo e do espaço em que decorre a nossa vida.

Entreguemo-nos, pela fé, ao Deus de Jesus Cristo, e estaremos em condições de darmos testemunho dele: no amor que temos, nomeadamente, às crianças que nos são confiadas na catequese. É essa a nossa missão: abrir-lhes os olhos para Deus, que tanto as ama. Vê-lo-ão, na medida em que o experimentam ao vivo em nós."

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Precisamos de um lugar onde sossegar o coração

"Todos temos necessidade de parar, de fugir à rotina. 
Precisamos muitas vezes de um espaço de silêncio para conseguirmos pensar, ler a vida, para ganhar forças, para enfrentar os seus desafios e embates, “digerir” o “stress” do quotidiano. 

Precisamos de tempo e espaço para “respirar fundo”. 
Precisamos de alguém que compreenda aquilo que nós mesmos não compreendemos, que conheça o mais fundo do nosso interior. 
Precisamos desse ALGUÉM que entre no mais íntimo do nosso íntimo. 
Precisamos desse espaço, interior e exterior, de harmonia e silêncio, para nos encontrarmos com Ele – o Deus da vida! 

A igreja é e terá de ser sempre e cada vez mais o lugar, que, por excelência, reúne essas condições para o recolhimento; o espaço que nos oferece as condições para essa paragem interior do nosso ser, que incessantemente busca a paz e o amor de Deus.

Precisamos de sinais que nos indiquem as direcções e rumos a tomar, na trama da nossa vida, tantas vezes tecida de perguntas de difícil resposta, perguntas de seres cansados, que, mesmo sem disso terem consciência, procuram o único e verdadeiro descanso: Deus! 
A casa de Deus é esse lugar de encontro, de paragem obrigatória para quem anda em busca de vida e de sentido para ela. É um lugar para nos encontrarmos com Ele e, nele, connosco mesmos."

(Guão 1 ano catequese)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Catecismo da Igreja Católica com nova edição

"Em termos de conteúdo a nova edição mantém a tradicional divisão em quatro partes, começando por se ocupar de artigos da fé e sua inserção no Credo. A segunda aborda os sacramentos estando a terceira parte dedicada aos 10 mandamentos e a quarta parte reflete sobre a oração."

Catecismo da Igreja Católica com nova edição: O Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC), através do departamento de edições e publicações acaba de editar uma nova edição em português do 'Catecismo da Igreja Católica'.
O catecismo, promulgado pelo Papa João Paulo II em 1992, aborda as matérias de fé e de moral e serve de

Jubileu da Misericórdia: Porque nunca é demais...

Uma ficha simples que encontrei na net e partilho convosco, para uma atividade na catequese ou em família!


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Catequista: "Fidelidade a Deus e atenção ao grupo"

O catequista partilha a sua fé, que nasce e se alimenta do Evangelho que anuncia. Esta fidelidade exige o respeito pelo sentido original e mais profundo da Palavra, tal qual é entendida pela Igreja. 
A Palavra não pode ser manipulada por interpretações particulares, modas passageiras ou preferências subjectivas. Esta fidelidade implica também que o catequista não seleccione os aspectos mais fáceis de comunicar, deixando os outros, porventura muito mais importantes, no esquecimento.
Implica uma grande humildade diante da Palavra, deixar-se julgar por ela, transformar-se por ela, e não o contrário. Aquilo que deve procurar adaptar é, tão-somente, as escolhas pedagógicas, seleccionando o melhor veículo como aquele que mantém a integridade da mensagem enquanto a torna acessível e aceitável para os destinatários, tal como o próprio Cristo o fez, enquanto pregava. 

O catequista tem também de ser fiel ao grupo a que se dirige. Um grupo cristão não é só um lugar de aprendizagem, mas um grupo chamado a viver uma experiência de comunidade cristã que conduz, activamente, à participação na vida eclesial e que tem como fonte e cume a celebração da eucaristia. Neste sentido, o catequista é, também, um construtor de comunidades, através de uma permanente atitude de acolhimento e de escuta de cada um dos catequizandos que lhe está confiado, e do exemplo humano e cristão que proporciona. 

É um amigo que valoriza as descobertas e atitudes de cada um, ainda que por vezes sejam incompletas e ambíguas, mas é, igualmente, um adulto maduro que sabe proteger, corrigir e orientar. Ser fiel ao grupo exige levar a sério as suas experiências de vida, esforçar-se por chegar à criança em concreto, com as suas interrogações, recusas e anseios. 

Ser fiel supõe respeitar a liberdade da criança e as etapas por que passam a sua vida e a sua fé. Ser fiel ao grupo supõe o respeito por todas as opiniões dos elementos do grupo e a capacidade de não fazer juízos de valor. Falhas, cansaços e desilusões hão-de ser vistas como passos necessários, dentro do longo processo de amadurecimento dos catequizandos. 

Desta forma, a maturidade do catequista ajudá-lo-á a lidar com os erros dos catequizandos e a integrar, adequada e sensatamente, as suas opiniões e experiências, guiando-os na procura da verdade. O catequista é sobretudo alguém que testemunha a sua fé com clareza, convicção e alegria. 

Atitudes que são, já por si próprias, expressão de fé, uma vez que fazem parte da mensagem em que acredita, pois têm a sua origem em Deus."

do Guia "Queremos seguir Jesus" Pag 29

sábado, 23 de janeiro de 2016

A gratificante missão do catequista

"É, gratificante porque nasce de uma graça, a maior graça: aquela em que o Deus Altíssimo desceu até nós na pessoa do seu amado Filho, para nele nos dar a vida.
Foi, é esta graça que conquista, contagia, transforma... para nos fazer agentes dela.

O catequista vive desta graça. E se vive dela, não pode deixar de a transmitir. Toda a graça se mantém como tal, se vivida no dom da vida... recebida gratuitamente.

É gratificante, pelos efeitos que produz: pela vida que se dá àqueles a quem se fala de Deus, se conquista para Deus. Uma vida que ele por sua vez, irão transmitir a outros, numa torrente que não tem fim. Ver a vida que se recebe e se dá a alargar-se a outros, haverá coisa mais gratificante? Não é, afinal, para isso que vivemos: para que a nossa vida, já neste mundo, ganhe dimensão de eternidade?

É gratificante, pela vitória que se obtém: sobre o próprio egoísmo e comodismo; sobre as frustrações que inevitavelmente vão surgindo; sobre as fraquezas e desânimos que elas, compreensivelmente, vão causando; sobre as incompreensões e até críticas destrutivas que, com razão ou sem ela, vão surgindo.

É nessas alturas em que a vida, de um modo ou doutro, nos vai fugindo, se vai perdendo, é então que temos as melhores ocasiões para nos transcendermos... à medida de Deus que é, por natureza, transcendente no Seu amor, e na medida em que, sobretudo então, a Ele nos entregamos, como Cristo na cruz e a caminho da ressurreição.

E se a nossa missão é assim tão gratificante, então vale a pena investir tudo nela: o aperfeiçoamento dos conhecimentos, a preparação das catequeses, o carinho e a entrega pelas crianças, a atenção e o acompanhamento dos pais e outros educadores e tanta outra coisa que as ocasiões nos vão proporcionando e que um catequista, apaixonado por Cristo, vai descobrindo.

Se ainda temos dúvidas, voltemo-nos de novo para Cristo transfigurado, no Seu amor de crucificado e ressuscitado... e presente em tantos membros da Sua Igreja. "


fonte: Guia do 2º ano da catequese pag 33

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sábado, 12 de dezembro de 2015

Porta da Misericórdia na Vigararia é na Igreja de S Martinho de Cucujães...

Dia 26 de dezembro (sábado), às 17.00 horas, na Igreja Paroquial de Cucujães
 ABERTURA DA PORTA SANTA DA MISERICÓRDIA 

"Ao contrário do que foi anunciado, o Rito da Abertura da Porta da Misericórdia, far-se-á no dia 26 de dezembro. Devido às muitas celebrações de Natal envolvendo as crianças e seus familiares, em 20 e 27, não é oportuno haver em 20 ou 27 esse rito.

Assim, na véspera da Sagrada Família de Nazaré, teremos a alegria de no e será animado no canto pelo Grupo Coral Infanto-Juvenil de Nossa Senhora da Conceição, bem como a Eucaristia que se lhe seguirá. 
A porta da Igreja estará fechada a partir das 16.00 horas. 
O povo concentrar-se-á no Largo da Igreja (se não chover) ou no Claustro do Seminário (se chover). 

Seguir-se-á uma breve celebração da Palavra, antes da formação da Procissão de entrada (com incenso). Formada a Procissão, o Presidente da Assembleia aproxima-se da Porta principal da Igreja e pede para ser aberta, com palavras próprias. A Porta abre-se lentamente. Canto de Entrada. A procissão prossegue até ao altar para se fazer a Memória do Batismo. Aspersão do povo e oração de purificação.

 Entra-se na Eucaristia da Sagrada Família com o canto do Glória. Segue, depois, a Eucaristia, da forma do costume. Portanto, A Eucaristia das 18.00 horas, neste dia, pode ser um pouco antes ou pouco depois. Mas pede-se a toda a comunidade paroquial, especialmente Movimentos, Associações, Irmandades e representantes de cada Centro Pastoral, Catequistas com os seus grupos de Catequese e Escuteiros, que estejamos unidos neste início oficial do ANO SANTO DA MISERICÓRDIA

À nossa Igreja durante o ano de 2016 acorrerão os Católicos das redondezas para poderem participar das bênção deste Ano Santo e ganhar a indulgência plenária que o Santo Padre o Papa Francisco concedeu a toda a Igreja. Neste dia, não haverá Terço, às 17.00 horas, nem a Eucaristia das 19.00 horas, na Capela de Nª Sª da Conceição. A Igreja, nesse dia, será o lugar de Encontro de todos os Centros Pastorais e de toda a Paróquia."