Catequistas
Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
Vaticano: Bento XVI desafia cristãos a privilegiarem relação filial com Deus
Cidade do Vaticano, 01 fev 2012 (Ecclesia) – Bento XVI desafiou hoje os cristãos a privilegiarem uma relação filial com Deus, fonte de “esperança” contra as situações de sofrimento que se verificam no mundo, durante a audiência geral no Vaticano.
Numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA, o Papa recorda o exemplo deixado por Jesus Cristo no Jardim de Getsemani, onde mesmo perante a ameaça da morte, ele foi capaz de confiar os seus problemas ao Pai, num registo de “ternura, de afeto, de confiança e abandono”.
Lê Vaticano: Bento XVI desafia cristãos a privilegiarem relação filial com Deus
Numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA, o Papa recorda o exemplo deixado por Jesus Cristo no Jardim de Getsemani, onde mesmo perante a ameaça da morte, ele foi capaz de confiar os seus problemas ao Pai, num registo de “ternura, de afeto, de confiança e abandono”.
Lê Vaticano: Bento XVI desafia cristãos a privilegiarem relação filial com Deus
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Igreja precisa do testemunho dos religiosos
Coimbra, 16 jan 2012 (Ecclesia) – O presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios (CEVM) afirmou que a Igreja Católica tem uma “necessidade imperiosa” dos membros de institutos religiosos para “evangelizar o mundo”.
“Na Europa ou nos outros continentes em tempos remotos ou nos tempos mais próximos, os consagrados constituem a grande força evangelizadora da Igreja”, escreve D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, na mensagem para a Semana do Consagrado 2012, hoje enviada à Agência ECCLESIA.
Segundo este responsável, a presença de religiosos e religiosas, “tanto no silêncio da clausura como nos dinamismos apostólicos”, produziu sempre “frutos de evangelização”.
Igreja precisa do testemunho dos religiosos
“Na Europa ou nos outros continentes em tempos remotos ou nos tempos mais próximos, os consagrados constituem a grande força evangelizadora da Igreja”, escreve D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, na mensagem para a Semana do Consagrado 2012, hoje enviada à Agência ECCLESIA.
Segundo este responsável, a presença de religiosos e religiosas, “tanto no silêncio da clausura como nos dinamismos apostólicos”, produziu sempre “frutos de evangelização”.
Igreja precisa do testemunho dos religiosos
Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011
Vaticano: D. Manuel Clemente nomeado membro do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais
Cidade do Vaticano, 29 dez 2011 (Ecclesia) – O bispo do Porto, D. Manuel Clemente, foi hoje nomeado por Bento XVI como membro do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais (CPCS), revelou a Santa Sé, em comunicado.
O prelado, nascido em julho de 1948, é atualmente vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e presidiu, entre 2005 e 2011, à Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Além de D. Manuel Clemente, foram nomeados outros nove membros e 11 consultores para o organismo da Santa Sé que tem como missão promover “a ação da Igreja e dos fiéis nas múltiplas formas da comunicação social”.
Este Conselho Pontifício promove ainda a celebração Dia Mundial das Comunicações Sociais, pelo Concílio Vaticano II (Decreto ‘Inter Mirifica’, 1963).
Em 2006, o Papa tinha nomeado como consultor do mesmo Conselho o sacerdote português António Rego, antigo diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais.
Bispo do Porto desde 2007, D. Manuel Clemente foi antes auxiliar do Patriarcado de Lisboa (ordenação episcopal em janeiro de 2000), colaborando habitualmente com o programa ECCLESIA (RTP2), e a RR.
O prelado foi já distinguido com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, atribuída pela Presidência da República Portuguesa (2010), e o Prémio Pessoa (2009).
OC
Vaticano: D. Manuel Clemente nomeado membro do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais
O prelado, nascido em julho de 1948, é atualmente vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e presidiu, entre 2005 e 2011, à Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Além de D. Manuel Clemente, foram nomeados outros nove membros e 11 consultores para o organismo da Santa Sé que tem como missão promover “a ação da Igreja e dos fiéis nas múltiplas formas da comunicação social”.
Este Conselho Pontifício promove ainda a celebração Dia Mundial das Comunicações Sociais, pelo Concílio Vaticano II (Decreto ‘Inter Mirifica’, 1963).
Em 2006, o Papa tinha nomeado como consultor do mesmo Conselho o sacerdote português António Rego, antigo diretor do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais.
Bispo do Porto desde 2007, D. Manuel Clemente foi antes auxiliar do Patriarcado de Lisboa (ordenação episcopal em janeiro de 2000), colaborando habitualmente com o programa ECCLESIA (RTP2), e a RR.
O prelado foi já distinguido com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, atribuída pela Presidência da República Portuguesa (2010), e o Prémio Pessoa (2009).
OC
Vaticano: D. Manuel Clemente nomeado membro do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais
Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
Porto: Crianças distribuem mensagem do bispo pelas ruas
(Ecclesia) – Crianças católicas distribuem até 23 de dezembro pelas cidades, vilas e povoações da diocese do Porto centenas de exemplares de uma mensagem do bispo local, intitulada “Aceite um presente, torne-se um presente”.
“Os ‘presentes’ seremos nós, que também queremos estar onde for preciso, para que haja Natal a sério”. E são tantos os lugares e as situações a requererem a nossa presença”, escreve D. Manuel Clemente, vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.
Depois de sublinhar que o Natal de 2011 tem de ser vivido “com mais força e convicção”, o Prémio Pessoa 2009 recorda que “as lembranças” oferecidas nesta época devem ir especialmente para os “menos lembrados, visitados e acompanhados no dia a dia”.
Jesus é “o grande presente de Deus e a sua permanente lembrança” da humanidade, pelo que os cristãos sabem que “nunca estão sós, pois não há momento das suas vidas em que não possam acolher e sentir” a presença divina, refere o bispo do Porto.
“Tudo isto é particularmente importante de acolher neste Natal e nas presentes dificuldades da vida de tantos”, realça D. Manuel Clemente, que convida os leitores da mensagem a tornarem-se “presépios vivos” e a revelarem Jesus “casa a casa, escola a escola, hospital a hospital, trabalho a trabalho”.
“Aceite o presente de Deus e torne-se num presente para alguém, para toda gente!”, convida o prelado no texto que vai ser distribuído por grupos de crianças, acompanhados de familiares e catequistas, no âmbito da “Semana do Anúncio”.
Porto: Crianças distribuem mensagem do bispo pelas ruas
“Os ‘presentes’ seremos nós, que também queremos estar onde for preciso, para que haja Natal a sério”. E são tantos os lugares e as situações a requererem a nossa presença”, escreve D. Manuel Clemente, vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.
Depois de sublinhar que o Natal de 2011 tem de ser vivido “com mais força e convicção”, o Prémio Pessoa 2009 recorda que “as lembranças” oferecidas nesta época devem ir especialmente para os “menos lembrados, visitados e acompanhados no dia a dia”.
Jesus é “o grande presente de Deus e a sua permanente lembrança” da humanidade, pelo que os cristãos sabem que “nunca estão sós, pois não há momento das suas vidas em que não possam acolher e sentir” a presença divina, refere o bispo do Porto.
“Tudo isto é particularmente importante de acolher neste Natal e nas presentes dificuldades da vida de tantos”, realça D. Manuel Clemente, que convida os leitores da mensagem a tornarem-se “presépios vivos” e a revelarem Jesus “casa a casa, escola a escola, hospital a hospital, trabalho a trabalho”.
“Aceite o presente de Deus e torne-se num presente para alguém, para toda gente!”, convida o prelado no texto que vai ser distribuído por grupos de crianças, acompanhados de familiares e catequistas, no âmbito da “Semana do Anúncio”.
Porto: Crianças distribuem mensagem do bispo pelas ruas
Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
O tempo
"Tinha praticamente acabado de ser ordenado Padre quando surgiu o Decreto do Concílio sobre os Meios de Comunicação Social. O próprio título era novo e pensávamos que longo e pouco fácil de divulgar e assimilar. E foi afinal o grande batismo do cinema, da imprensa, da rádio e da televisão no século XX. A expressão latina Media surge quase cinquenta anos depois quando se dá o fantástico cruzamento com as plataformas digitais que prolongam quase até ao infinito as autoestradas da comunicação do nosso tempo." LÊ MAIS
O tempo
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Domingo, 4 de Dezembro de 2011
Vaticano II: Destruição, sofrimento e reforma marcaram Concílio, diz português que esteve nos bastidores
Lisboa, 03 dez 2011 (Ecclesia) – O sofrimento causado pelo abalar de convicções defendidas durante anos e a renovação da Igreja Católica marcaram o Concílio Vaticano II (1962-1965), assinala o português Manuel Oliveira, que participou nos bastidores da assembleia.
O primeiro convidado do ciclo de conferências sobre o Concílio promovidas pelo Colégio Pontifício Português, em Roma, referiu em entrevista a este organismo que assistiu à “destruição do trabalho de preparação que tinha sido feito” até ao encontro.
“O Concílio começou a ser dirigido noutra direção, muito mais ampla, universal e católica, e não, simplesmente, segundo a tradição histórica da Igreja, no sentido de usos, costumes e maneiras de ser tinham deixado de ser atuais”, sexplicouentou.
O responsável assistiu ao “sofrimento das pessoas que tiveram de aceitar essa mudança e, por outro lado, daquelas que propunham as alterações mas sabiam que estavam a causar sofrimento a outros”.
O cardeal italiano Alfredo Ottaviani, então responsável pelo Santo Ofício, que em 1965 passou a chamar-se Congregação para a Doutrina da Fé, sentiu-se “completamente destruído na sua visão geral do que deviam ser as resoluções do Concílio”, referiu.
De acordo com o relato do responsável português, a assembleia decidiu-se também por uma “grande mudança” na “colegialidade”, conceito que antes do Concílio causava “oposição” e que constituiu uma “novidade radical” ao realçar que o Papa deve governar a Igreja “junto com os bispos, em comunhão”.
Manuel Oliveira diz que guarda memória “de praticamente tudo”, desde a “preparação” até à “emoção” que sentiu “ao entrar na sala conciliar”: “Foi “uma experiência humana e de fé” testemunhar “a parte humana da Igreja, por um lado, e, por outro, ver o Espírito Santo a trabalhar”.
A próxima sessão do ciclo que marca os 50 anos da convocação do Concílio Vaticano II está prevista para 8 de março, com a presença do presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o cardeal italiano D. Gianfranco Ravasi.
A conferência conclusiva, “Algumas reflexões com o ‘sentir do depois’ sobre a reforma litúrgica conciliar”, vai ser proferida por monsenhor Crispino Valenziano, a 3 de maio.
“Apesar da distância”, as atividades do Colégio Pontifício Português “são sempre realizadas de olhos postos na Igreja de Portugal e os textos das conferências serão transcritos e traduzidos de forma a que sejam editados como subsídios às comemorações que se realizarão também nas dioceses portuguesas”, indica a instituição.
RJM
Vaticano II: Destruição, sofrimento e reforma marcaram Concílio, diz português que esteve nos bastidores
O primeiro convidado do ciclo de conferências sobre o Concílio promovidas pelo Colégio Pontifício Português, em Roma, referiu em entrevista a este organismo que assistiu à “destruição do trabalho de preparação que tinha sido feito” até ao encontro.
“O Concílio começou a ser dirigido noutra direção, muito mais ampla, universal e católica, e não, simplesmente, segundo a tradição histórica da Igreja, no sentido de usos, costumes e maneiras de ser tinham deixado de ser atuais”, sexplicouentou.
O responsável assistiu ao “sofrimento das pessoas que tiveram de aceitar essa mudança e, por outro lado, daquelas que propunham as alterações mas sabiam que estavam a causar sofrimento a outros”.
O cardeal italiano Alfredo Ottaviani, então responsável pelo Santo Ofício, que em 1965 passou a chamar-se Congregação para a Doutrina da Fé, sentiu-se “completamente destruído na sua visão geral do que deviam ser as resoluções do Concílio”, referiu.
De acordo com o relato do responsável português, a assembleia decidiu-se também por uma “grande mudança” na “colegialidade”, conceito que antes do Concílio causava “oposição” e que constituiu uma “novidade radical” ao realçar que o Papa deve governar a Igreja “junto com os bispos, em comunhão”.
Manuel Oliveira diz que guarda memória “de praticamente tudo”, desde a “preparação” até à “emoção” que sentiu “ao entrar na sala conciliar”: “Foi “uma experiência humana e de fé” testemunhar “a parte humana da Igreja, por um lado, e, por outro, ver o Espírito Santo a trabalhar”.
A próxima sessão do ciclo que marca os 50 anos da convocação do Concílio Vaticano II está prevista para 8 de março, com a presença do presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o cardeal italiano D. Gianfranco Ravasi.
A conferência conclusiva, “Algumas reflexões com o ‘sentir do depois’ sobre a reforma litúrgica conciliar”, vai ser proferida por monsenhor Crispino Valenziano, a 3 de maio.
“Apesar da distância”, as atividades do Colégio Pontifício Português “são sempre realizadas de olhos postos na Igreja de Portugal e os textos das conferências serão transcritos e traduzidos de forma a que sejam editados como subsídios às comemorações que se realizarão também nas dioceses portuguesas”, indica a instituição.
RJM
Vaticano II: Destruição, sofrimento e reforma marcaram Concílio, diz português que esteve nos bastidores
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Natal com menos... Natal melhor
"Ser hoje luz num tempo de sombras, parece ser o “destino” de cada um de nós no tempo que passa, num tempo que passa e que dói, que dói esta dor funda da impotência, da impotência diante dos gigantes das sombras que se agigantam e que parecem querer tomar de assalto tudo o que mexe, tudo o que respira e tudo o que sonha.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
O mundo, o país e cada um de nós, vive tempos de esperança e de mudança, em que o novo surge como a nova fronteira a conquistar, mas onde o medo e os medos teimam em formar barreira diante dos olhos, destes olhos feitos para ver a luz, feitos para encarar o medo, feitos para não terem de ver o sol só refletido nos charcos.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Se calhar, a maior conquista do tempo do medo que passa, foi precisamente esta de nos ter tirado a capacidade de ousar levantar a cabeça, de ousar olhar para além do imediato do já, em direção ao menos “imediato” do ainda não, mas que está e vive em tensão de devir, de futuro, de projeção para diante, num diante que encontra a utopia e faz dela o sonho, um sonho que vence o medo, um sonho que se abre à luz.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
É por aqui que passa o segredo, este segredo que invejosamente levamos dentro sem partilhar, que envergonhada e pudicamente escondemos e que não conseguimos dar à luz e que nos faz gemer, gemer as dores do parto que tarda, gritar o grito das vozes caladas.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E no entanto, a gravidez do tempo existe, as dores do parto afligem-nos, o nascimento tarda em acontecer, e o meu povo sofre, e a minha gente grita, o grito surdo que a voz rouca não é capaz de calar, mas que o medo embota, e que o desespero não deixa encontrar a paz.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Neste tempo de vozes que gritam, que gritam a esperança que não é, que gritam promessas que não são, que esboçam sorrisos que são só esgares, eu paro e pasmo, qual basbaque embrutecido diante do palácio da ignomínia alcandorado em conto de fadas, das mil e uma noites de uma aurora boreal que é só ilusão e nada, de um nada que teima em ser e de um ser que já não é.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E eu caminho, oh sim, caminho ao mesmo tempo em direção ao nada e ao ser, em direção ao outro e a mim, em direção ao nada e ao tudo, deixando para trás o passado que já foi, indo ao encontro do futuro que parece tardar em vir, no presente que cada vez que se deixa tocar no futuro que se torna passado, porque afinal, não existe.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E é aqui que começa a minha “crise”, a crise de saber quem sou, onde estou, como estou, quem serei, como serei, onde estarei, como estarei! E é aqui que me dou conta de mim, da minha pequenez de ser, mas de um ser que é, de um ser chamado à existência nesse espaço virtual entre o já e o ainda não, entre o abismo do tudo e a profundidade do nada, num silêncio às vezes só habitado por fantasmas e por vozes, onde a minha se confunde, mas não deixa de existir e de falar. E de dizer NATAL!
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Fantasmas e vozes de mim, deste ser que me habita e que eu procuro, deste ser que é e que é eternidade, uma eternidade que é já, que é este hoje do meu ser, que é ao mesmo tempo nada e tudo, porque sou eu, em relação comigo, em sorrisos e lágrimas, em alegrias e desesperos, em sonhos e fantasias, em “nadas” e em “tudos” que me habitam, que me “moram” onde eu moro, seja onde for, porque o meu “eu” não tem “lugar”, é, simplesmente, e pronto, comigo, em mim e para além de mim, porque infinito, porque eterno, porque tudo e porque nada, porque é, ao mesmo simultaneamente eternidade e tempo, imanência e transcendência, limite e infinito, kairós e eskaton, já e ainda não
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!"
FELIZ NATAL!
Frei Fernando Ventura, franciscano capuchinho
Natal com menos... Natal melhor
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
O mundo, o país e cada um de nós, vive tempos de esperança e de mudança, em que o novo surge como a nova fronteira a conquistar, mas onde o medo e os medos teimam em formar barreira diante dos olhos, destes olhos feitos para ver a luz, feitos para encarar o medo, feitos para não terem de ver o sol só refletido nos charcos.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Se calhar, a maior conquista do tempo do medo que passa, foi precisamente esta de nos ter tirado a capacidade de ousar levantar a cabeça, de ousar olhar para além do imediato do já, em direção ao menos “imediato” do ainda não, mas que está e vive em tensão de devir, de futuro, de projeção para diante, num diante que encontra a utopia e faz dela o sonho, um sonho que vence o medo, um sonho que se abre à luz.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
É por aqui que passa o segredo, este segredo que invejosamente levamos dentro sem partilhar, que envergonhada e pudicamente escondemos e que não conseguimos dar à luz e que nos faz gemer, gemer as dores do parto que tarda, gritar o grito das vozes caladas.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E no entanto, a gravidez do tempo existe, as dores do parto afligem-nos, o nascimento tarda em acontecer, e o meu povo sofre, e a minha gente grita, o grito surdo que a voz rouca não é capaz de calar, mas que o medo embota, e que o desespero não deixa encontrar a paz.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Neste tempo de vozes que gritam, que gritam a esperança que não é, que gritam promessas que não são, que esboçam sorrisos que são só esgares, eu paro e pasmo, qual basbaque embrutecido diante do palácio da ignomínia alcandorado em conto de fadas, das mil e uma noites de uma aurora boreal que é só ilusão e nada, de um nada que teima em ser e de um ser que já não é.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E eu caminho, oh sim, caminho ao mesmo tempo em direção ao nada e ao ser, em direção ao outro e a mim, em direção ao nada e ao tudo, deixando para trás o passado que já foi, indo ao encontro do futuro que parece tardar em vir, no presente que cada vez que se deixa tocar no futuro que se torna passado, porque afinal, não existe.
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
E é aqui que começa a minha “crise”, a crise de saber quem sou, onde estou, como estou, quem serei, como serei, onde estarei, como estarei! E é aqui que me dou conta de mim, da minha pequenez de ser, mas de um ser que é, de um ser chamado à existência nesse espaço virtual entre o já e o ainda não, entre o abismo do tudo e a profundidade do nada, num silêncio às vezes só habitado por fantasmas e por vozes, onde a minha se confunde, mas não deixa de existir e de falar. E de dizer NATAL!
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!
Fantasmas e vozes de mim, deste ser que me habita e que eu procuro, deste ser que é e que é eternidade, uma eternidade que é já, que é este hoje do meu ser, que é ao mesmo tempo nada e tudo, porque sou eu, em relação comigo, em sorrisos e lágrimas, em alegrias e desesperos, em sonhos e fantasias, em “nadas” e em “tudos” que me habitam, que me “moram” onde eu moro, seja onde for, porque o meu “eu” não tem “lugar”, é, simplesmente, e pronto, comigo, em mim e para além de mim, porque infinito, porque eterno, porque tudo e porque nada, porque é, ao mesmo simultaneamente eternidade e tempo, imanência e transcendência, limite e infinito, kairós e eskaton, já e ainda não
Por isso hoje é tempo de NATAL com menos, mas um Natal melhor!"
FELIZ NATAL!
Frei Fernando Ventura, franciscano capuchinho
Natal com menos... Natal melhor
Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011
Algarve: Bispo pede catequistas com tempo para a oração
O prelado sustentou que “é a oração que dá profundidade aos conteúdos” que aqueles voluntários tentam passar aos seus catequizandos, lembrando a importância de se “encontrar tempo para a oração pessoal” e em grupo de catequistas
Algarve: Bispo pede catequistas com tempo para a oração
Algarve: Bispo pede catequistas com tempo para a oração
Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Viseu: Igreja deve ser «jovem, leve e bela», diz presidente da Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização
Lisboa, 14 nov 2011 (Ecclesia) – O bispo presidente da nova Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização lançou este sábado um apelo ao rejuvenescimento da Igreja Católica e ao aprofundamento da Bíblia.
A Igreja deve ser “jovem, leve e bela”, para que as pessoas que não lhe pertencem “lutem por entrar nela”, afirmou D. António Couto em Viseu, citado pelo Gabinete de Informação da diocese.
A intervenção do biblista centrou-se em alguns documentos essenciais para os católicos no que se refere à Bíblia, como a constituição ‘Dei verbum’, aprovada durante o Concílio Vaticano II (1962-1965), e a exortação ‘Verbum Domini’, assinada em 2010 pelo Papa Bento XVI.
Na sessão integrada no percurso com vista ao Sínodo, que a diocese viseense empreende até 2015, o prelado, um dos bispos auxiliares de Braga, lembrou a biografia de alguns santos, que qualificou de “ícones da Palavra”, concluindo que a Bíblia “tomou conta das suas vidas”.
D. António Couto pediu aos 400 animadores dos grupos sinodais presentes no encontro intitulado ‘A Palavra de Deus na Missão da Igreja’ que passem “da palavra à ação”, tendo acrescentado que o anúncio da mensagem cristã “de modo feliz, apaixonado, ousado, pobre, despojado, próximo e dedicado” é tarefa de todos os fiéis.
IN:Na abertura da jornada, o bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, referiu que a iniciativa se destinava a propor “novos métodos, novo vigor e novos caminhos para atuar, viver e realizar a missão” de evangelização.
GI/RJM
Viseu: Igreja deve ser «jovem, leve e bela», diz presidente da Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização
A Igreja deve ser “jovem, leve e bela”, para que as pessoas que não lhe pertencem “lutem por entrar nela”, afirmou D. António Couto em Viseu, citado pelo Gabinete de Informação da diocese.
A intervenção do biblista centrou-se em alguns documentos essenciais para os católicos no que se refere à Bíblia, como a constituição ‘Dei verbum’, aprovada durante o Concílio Vaticano II (1962-1965), e a exortação ‘Verbum Domini’, assinada em 2010 pelo Papa Bento XVI.
Na sessão integrada no percurso com vista ao Sínodo, que a diocese viseense empreende até 2015, o prelado, um dos bispos auxiliares de Braga, lembrou a biografia de alguns santos, que qualificou de “ícones da Palavra”, concluindo que a Bíblia “tomou conta das suas vidas”.
D. António Couto pediu aos 400 animadores dos grupos sinodais presentes no encontro intitulado ‘A Palavra de Deus na Missão da Igreja’ que passem “da palavra à ação”, tendo acrescentado que o anúncio da mensagem cristã “de modo feliz, apaixonado, ousado, pobre, despojado, próximo e dedicado” é tarefa de todos os fiéis.
IN:Na abertura da jornada, o bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, referiu que a iniciativa se destinava a propor “novos métodos, novo vigor e novos caminhos para atuar, viver e realizar a missão” de evangelização.
GI/RJM
Viseu: Igreja deve ser «jovem, leve e bela», diz presidente da Comissão Episcopal da Missão e Nova Evangelização
Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
Igreja celebra Semana dos Seminários
Lisboa, 06 nov 2011 (Ecclesia) – O bispo que preside à comissão responsável pela formação dos padres católicos em Portugal, D. António Francisco dos Santos, quer que os seminários estejam ligados às famílias, paróquias e sacerdotes.
Na mensagem para a Semana dos Seminários, que decorre desde hoje até 13 de novembro, o responsável salienta que “é grande a importância do ambiente da família, essencial o acolhimento da comunidade e imprescindível o testemunho dos sacerdotes no surgir da vocação e na ação desenvolvida ao longo do percurso formativo”.
“Quanto maior for esta proximidade e mais efetiva e afetiva esta articulação entre todos, mais eficaz se torna a ação formativa e mais saudáveis e consistentes se revelam os diferentes resultados da formação”, considera o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios.
D. António Francisco dos Santos destaca “a renovada alegria e o acrescido interesse” com que famílias, padres e paróquias acolhem “o surgir da vocação entre os jovens e o interesse manifestado na celebração da Semana dos Seminários”, que este ano decorre sob o tema “Formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu povo”.
“‘Formar pastores’” implica uma compreensão abrangente da formação, que não se limita à dimensão pastoral propriamente dita, mas estende-se à dimensão “humana, espiritual e intelectual”, aponta o responsável, para quem “os Seminários, mais do que as casas ou as estruturas, são as pessoas”.
O “longo caminho” na “exigente missão” de formação, que “não termina com a Ordenação presbiteral”, requer “o moldar do coração e da inteligência aos critérios do evangelho” indica a mensagem, que alude à “beleza das coisas últimas” e o apelo “ao absoluto, ao definitivo e ao permanente” feito a quem segue Cristo.
A nota refere também que as Jornadas Mundiais da Juventude, como a que decorreu em Madrid em agosto de 2011, têm sido “para muitos jovens”, hoje padres ou religiosos, momentos de “mais compromisso em Igreja e de atenta descoberta e generosa resposta à vocação para a vida sacerdotal ou consagrada”.
O portal da Conferência Episcopal Portuguesa disponibiliza uma página (http://www.ecclesia.pt/semanaseminarios2011) com conteúdos respeitantes à Semana dos Seminários.
RJM
Igreja celebra Semana dos Seminários
Na mensagem para a Semana dos Seminários, que decorre desde hoje até 13 de novembro, o responsável salienta que “é grande a importância do ambiente da família, essencial o acolhimento da comunidade e imprescindível o testemunho dos sacerdotes no surgir da vocação e na ação desenvolvida ao longo do percurso formativo”.
“Quanto maior for esta proximidade e mais efetiva e afetiva esta articulação entre todos, mais eficaz se torna a ação formativa e mais saudáveis e consistentes se revelam os diferentes resultados da formação”, considera o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios.
D. António Francisco dos Santos destaca “a renovada alegria e o acrescido interesse” com que famílias, padres e paróquias acolhem “o surgir da vocação entre os jovens e o interesse manifestado na celebração da Semana dos Seminários”, que este ano decorre sob o tema “Formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu povo”.
“‘Formar pastores’” implica uma compreensão abrangente da formação, que não se limita à dimensão pastoral propriamente dita, mas estende-se à dimensão “humana, espiritual e intelectual”, aponta o responsável, para quem “os Seminários, mais do que as casas ou as estruturas, são as pessoas”.
O “longo caminho” na “exigente missão” de formação, que “não termina com a Ordenação presbiteral”, requer “o moldar do coração e da inteligência aos critérios do evangelho” indica a mensagem, que alude à “beleza das coisas últimas” e o apelo “ao absoluto, ao definitivo e ao permanente” feito a quem segue Cristo.
A nota refere também que as Jornadas Mundiais da Juventude, como a que decorreu em Madrid em agosto de 2011, têm sido “para muitos jovens”, hoje padres ou religiosos, momentos de “mais compromisso em Igreja e de atenta descoberta e generosa resposta à vocação para a vida sacerdotal ou consagrada”.
O portal da Conferência Episcopal Portuguesa disponibiliza uma página (http://www.ecclesia.pt/semanaseminarios2011) com conteúdos respeitantes à Semana dos Seminários.
RJM
Igreja celebra Semana dos Seminários
Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
Vocações: Semana dos Seminários tem guião de apoio
Lisboa, 02 nov 2011 (Ecclesia) – A Semana dos Seminários, que a Igreja Católica assinala entre 6 e 13 de novembro, conta com um guião disponível gratuitamente na internet que inclui textos, catequeses e orações, além de relembrar atitudes a seguir pelos padres.
A “proposta de reflexão” sublinha que o sacerdócio deve ser vivido “não como privilégio, nem como conquista nem como motivo de glória nem como anelo de triunfo ou êxito, nem sequer no terreno da santidade”.
O padre, “enquanto homem de comunhão, privilegiará sempre o diálogo”, indica o caderno de 90 páginas elaborado pelos seminários das dioceses de Évora e Algarve, acrescentando que o presbítero é chamado a cultivar “a capacidade de colaborar e trabalhar em equipa”.
O tema da edição de 2011 da Semana dos Seminários, “Formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu povo”, baseia-se na homilia da missa que Bento XVI celebrou a 19 de agosto, durante a Jornada Mundial da Juventude realizada em Madrid.
Além desta intervenção do Papa dirigida aos seminaristas presentes na capital espanhola, o guião inclui a mensagem de D. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro e presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, responsável pela organização da Semana dos Seminários.
O livro apresenta sugestões de catequeses para a infância, adolescência, juventude e idade adulta, com textos, cânticos e dramatizações, apontando-se neste capítulo alguns indícios reveladores da inclinação para o sacerdócio, como quando a missa ou a oração “começa a ser uma necessidade quotidiana”.
Os “sinais” de vocação detetam-se também quando o trabalho feito na paróquia ou movimento começa a “‘roubar o coração” e a pessoa passa grande parte do tempo nessa atividade, quando a figura de um padre suscita o projeto de consagrar a vida à semelhança da dele ou quando se deseja uma “felicidade que o mundo não pode dar”.
O caderno compreende uma vigília de oração, textos para as missas que ocorrem durante a Semana dos Seminários, um itinerário espiritual baseado numa leitura bíblica alusiva ao tema deste ano, bem como meditações para os mistérios do Terço.
A Comissão Episcopal também organizou o 8.º Fórum Nacional das Vocações, que decorreu na última sexta-feira e sábado em Fátima, sob o tema “A Pastoral Vocacional em tempos difíceis e aliciantes”.
O comunicado final do encontro enviado à Agência ECCLESIA aponta para a “necessidade de propostas de qualidade, exigentes e sérias, através de testemunhos convincentes, ação coerente e formação adequada”.
Os testemunhos escutados no encontro sublinharam três vetores: a “experiência de sentir-se desejado por Deus”, a “vivência de experiências religiosas marcantes”, e a “direção espiritual”, onde os a ação dos “mediadores” foi decisiva em “momentos-chave” do percurso vocacional.
D. António Francisco dos Santos “relembrou que os tempos não são de otimismos fáceis, mas de esperança firme e confiança confirmada”, em que todos os católicos são convocados para o “incessante e constantemente recomeçado de chamar”.
O portal da Conferência Episcopal Portuguesa disponibiliza uma página (http://www.ecclesia.pt/semanaseminarios2011) com conteúdos respeitantes à Semana dos Seminários.
IN:Vocações: Semana dos Seminários tem guião de apoio
A “proposta de reflexão” sublinha que o sacerdócio deve ser vivido “não como privilégio, nem como conquista nem como motivo de glória nem como anelo de triunfo ou êxito, nem sequer no terreno da santidade”.
O padre, “enquanto homem de comunhão, privilegiará sempre o diálogo”, indica o caderno de 90 páginas elaborado pelos seminários das dioceses de Évora e Algarve, acrescentando que o presbítero é chamado a cultivar “a capacidade de colaborar e trabalhar em equipa”.
O tema da edição de 2011 da Semana dos Seminários, “Formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu povo”, baseia-se na homilia da missa que Bento XVI celebrou a 19 de agosto, durante a Jornada Mundial da Juventude realizada em Madrid.
Além desta intervenção do Papa dirigida aos seminaristas presentes na capital espanhola, o guião inclui a mensagem de D. António Francisco dos Santos, bispo de Aveiro e presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, responsável pela organização da Semana dos Seminários.
O livro apresenta sugestões de catequeses para a infância, adolescência, juventude e idade adulta, com textos, cânticos e dramatizações, apontando-se neste capítulo alguns indícios reveladores da inclinação para o sacerdócio, como quando a missa ou a oração “começa a ser uma necessidade quotidiana”.
Os “sinais” de vocação detetam-se também quando o trabalho feito na paróquia ou movimento começa a “‘roubar o coração” e a pessoa passa grande parte do tempo nessa atividade, quando a figura de um padre suscita o projeto de consagrar a vida à semelhança da dele ou quando se deseja uma “felicidade que o mundo não pode dar”.
O caderno compreende uma vigília de oração, textos para as missas que ocorrem durante a Semana dos Seminários, um itinerário espiritual baseado numa leitura bíblica alusiva ao tema deste ano, bem como meditações para os mistérios do Terço.
A Comissão Episcopal também organizou o 8.º Fórum Nacional das Vocações, que decorreu na última sexta-feira e sábado em Fátima, sob o tema “A Pastoral Vocacional em tempos difíceis e aliciantes”.
O comunicado final do encontro enviado à Agência ECCLESIA aponta para a “necessidade de propostas de qualidade, exigentes e sérias, através de testemunhos convincentes, ação coerente e formação adequada”.
Os testemunhos escutados no encontro sublinharam três vetores: a “experiência de sentir-se desejado por Deus”, a “vivência de experiências religiosas marcantes”, e a “direção espiritual”, onde os a ação dos “mediadores” foi decisiva em “momentos-chave” do percurso vocacional.
D. António Francisco dos Santos “relembrou que os tempos não são de otimismos fáceis, mas de esperança firme e confiança confirmada”, em que todos os católicos são convocados para o “incessante e constantemente recomeçado de chamar”.
O portal da Conferência Episcopal Portuguesa disponibiliza uma página (http://www.ecclesia.pt/semanaseminarios2011) com conteúdos respeitantes à Semana dos Seminários.
IN:Vocações: Semana dos Seminários tem guião de apoio
Sábado, 29 de Outubro de 2011
Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
«A Catequese Familiar: um modelo» por Pe. Vasco da Cruz Gonçalves
CATEQUISTAS ESTA É UMA GRANDE OPORTUNIDADE DE FORMAÇÃO CLICA, PARTICIPA E INSCREVE-TE EM EDUCRIS
Acredita que vale a pena, quem não esteve em Fatima, tem aqui a grande oportunidade de crescer...
«A Catequese Familiar: um modelo» por Pe. Vasco da Cruz Gonçalves
Acredita que vale a pena, quem não esteve em Fatima, tem aqui a grande oportunidade de crescer...
«A Catequese Familiar: um modelo» por Pe. Vasco da Cruz Gonçalves
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